Existem algumas condições que propiciam a gravidez na adolescência, levando milhares de jovens a uma experiência fora de hora, dada a inexperiência e conseqüente dificuldade em cuidar do filho que chega. Dentre os variados fatores que colaboram para que ocorra este fenômeno em grande número, destacamos a falta de objetivos encontrada nos jovens de classe social mais baixa, que acaba vislumbrando num filho a chance de ter um projeto de vida, além de encontrar a oportunidade de constituir uma identidade, uma vez que não consegue se inserir na vida profissional. Outras condições também se encontram presentes na vida desta população que engravida neste período, tais como lares desestruturados e com pequeno nível de comunicação entre pais e filhos.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Gravidez na adolescência
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Diferentes visões sexuais
Para haver uma relação sexual é necessário que os indivíduos sejam levados a isso, isto é, que tenham “vontade” de fazê-lo, como por exemplo: os animais antes de irem em busca de comida ou água, têm que despertar a sua “vontade” interior. Mas ao contrário da sede e da fome, que está presentes desde o início da vida de cada indivíduo, a necessidade de admitir uma relação sexual, necessita de uma maturação inicial do organismo que, no caso da espécie humana, ocorre durante a puberdade.
Para a espécie humana, as coisas são, estranhamente, diferentes. A sexualidade na espécie humana não se reduz apenas ao que se encontra acima exposto. Baseia-se em paixões, sensações, fantasias, culpa, etc. Assim, a relação entre um homem e uma mulher com a intenção de se reproduzirem aparece apenas como uma parte, vista como a menos apimentada e talvez a menos sexual da sexualidade.
Um casal que se encontre empenhado em ter filhos, mas que no entanto possua alguma dificuldade em atingir esse mesmo objectivo, provavelmente não fará sexo da forma mais sensual e romântica, mas sim de uma forma extremamente preocupante.
Com toda essa dificuldade poderão surgir desde aconselhamentos a consultas, seguindo-se de tratamentos e, por último, às técnicas de inseminação artificial.
O desejo de ter um filho é o mais legítimo possível e pode estar acompanhado de muito amor, sendo que quando se torna o centro de atenções do casal, passa a ter pouco a ver com sexualidade, apesar de envolver os órgãos genitais, esperma e óvulos. Remetendo para uma possível conclusão de tema, chegamos à conclusão que entendemos normalmente que a sexualidade no mundo humano tem uma relação fraca e periférica com o objectivo biológico da reprodução.
Para a espécie humana, as coisas são, estranhamente, diferentes. A sexualidade na espécie humana não se reduz apenas ao que se encontra acima exposto. Baseia-se em paixões, sensações, fantasias, culpa, etc. Assim, a relação entre um homem e uma mulher com a intenção de se reproduzirem aparece apenas como uma parte, vista como a menos apimentada e talvez a menos sexual da sexualidade.
Um casal que se encontre empenhado em ter filhos, mas que no entanto possua alguma dificuldade em atingir esse mesmo objectivo, provavelmente não fará sexo da forma mais sensual e romântica, mas sim de uma forma extremamente preocupante.
Com toda essa dificuldade poderão surgir desde aconselhamentos a consultas, seguindo-se de tratamentos e, por último, às técnicas de inseminação artificial.
O desejo de ter um filho é o mais legítimo possível e pode estar acompanhado de muito amor, sendo que quando se torna o centro de atenções do casal, passa a ter pouco a ver com sexualidade, apesar de envolver os órgãos genitais, esperma e óvulos. Remetendo para uma possível conclusão de tema, chegamos à conclusão que entendemos normalmente que a sexualidade no mundo humano tem uma relação fraca e periférica com o objectivo biológico da reprodução.
Referências Bibliográficas
Estudos sobre a histeria. Joseph Breuer e Sigmund Freud. Obras completas, vol.II, Imago,1969
Estudos sobre a histeria. Joseph Breuer e Sigmund Freud. Obras completas, vol.II, Imago,1969
Tranformações Físicas
A OMS - Organização Mundial de Saúde - definiu sexualidade como uma energia que encontra a sua expressão física, psicológica e social no desejo de contacto, ternura e às vezes amor. O desenvolvimento da sexualidade acontece durante toda a vida do indivíduo e depende da pessoa, das suas características genéticas, das interacções ambientais, condições socioculturais e outras, conhecendo diferentes etapas fisiológicas: infância, adolescência, idade adulta e senilidade.
Na adolescência aparecem os caracteres sexuais secundários e tornam-se mais evidentes os comportamentos sexuais, tanto a nível biológico como a nível sócio-afectivo.
Caracteres sexuais secundários masculinos
- Mudança na voz.
- Desenvolvimento corporal por aumento da massa muscular.
- Aumento do tamanho do pénis e dos testículos.
- Poluções nocturnas.
- Aparecimento do acne.
- Aparecimento de pêlos nos órgãos genitais, axilas, etc.
- Maior secreção da hormona testosterona.
Caracteres sexuais secundários femininos
- Alargamento das ancas. Maior acumulação de gordura no tecido adiposo.
- Desenvolvimento dos seios e das ancas.
- Menstruação mensal.
- Aparecimento do acne.
- Aparecimento de pêlos nos órgãos genitais, axilas, etc.
- Maior produção da hormona estrogénio e progesterona.
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